1.6.07
21:30

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just a closer walk with me

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uma interpretação deste conhecido tema por Ed Gerhard...





e bom fim de semana :)

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14:00

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secos e molhados - my rig

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Esta é uma das configurações que eu costumava utilizar. Nesta altura, utilizava duas guitarras que estavam ligadas a um compressor e equalizador stereos. Daí, passavam pela pedaleira com uma série de pedais, entre os quais um Boss LS-2 que me recebia o sinal das duas guitarras. Um ia directamente para o meu Marshall MKII Super Lead, e o outro entrava no Marshall JMP-1. Deste, estavam interligados uma série de processadores de efeitos controlados através de uma pedaleira via MIDI.

Não utilizava a Line-Out Box devido ao facto de ser um apaixonado por pedais e as suas características peculiares. Assim, tinha a necessidade de dividir o sinal, como no caso da formação básica. Enfim, utilizava um pouco das duas e o resultado, acreditem, era potente!

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13:47

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secos e molhados - advanced

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A melhor forma de combinar processadores de efeitos de rack com amplificadores de 50 ou 100 Watts é alimentando o sinal de input do processador de efeitos através do sinal que sai do pré-amp para a coluna do amp. Confusos? É simples. Tem a ver com a terminologia, que por vezes até a mim confunde, mas basta olhar para o diagrama para perceber.





Isto é efectuado utilizando um dispositivo chamado “Line-Out Box” que é ligado entre a saída do amplificador e a coluna. O Line-Out Box faculta a passagem do sinal que vem do amplificador para a coluna, garantindo as características da tonalidade. Ao mesmo tempo, uma parte do sinal é retirado e utilizado para alimentar o primeiro processador de efeitos. Existem duas razões para o fazer: Uma, porque mantém a excelente combinação guitarra-amp-coluna. Ao mesmo tempo, alimenta os efeitos com um sinal que contém as características dos preamps assim como do pwoer amp, que é a principal componente de tonalidade.



Alguns conselhos a reter: nunca utilizar o Speaker Output para ligar ao input de um amp, processador de sinal ou qualquer tipo de dispositivo sem uma line-out box. Tal fará uma linda fumarada e causará danos irreparáveis na tua aparelhagem. Muitos amps possuem já pré-amps de saída, que dispensam a utilização da line-out box.

Escolhe os cabos com cuidado. Utiliza cabos com o tamanho necessário. Cabos enormes implicam perda de sinal. Entre os pedais, utiliza cabos curtos. Se necessário, fá-los tu próprio. É sempre divertido e motivo de orgulho. Nunca uses cabos de coluna para as tuas ligações áudio, excepto entre a saída do amp e a coluna.

E diverte-te…

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31.5.07
23:08

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secos e molhados - basic

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Um dos aspectos mais interessantes da combinação de amps é normalmente designada por “wet/dry rig”, em que wet refere-se ao sinal da guitarra afectado por efeitos de um ou vários pedais, e dry significa sem efeitos. E a questão que se segue é a seguinte: porquê? A resposta é sempre a mesma! A eterna procura do som ideal, aquele que nos preenche.



A combinação mais básica consiste em dois amplificadores mono ligados a um pedal de Delay Stereo com dois outputs: um que liga ao in do 1º amp através de um sinal limpo de efeitos e um segundo output ligado ao in do outro amp, com o sinal afectado pelo efeito.






Esses outputs vão normalmente ligar a dois amps idênticos, por exemplo dois Fender Twins ou combos Marshal, apesar de não ser uma regra. A ideia é separar o sinal afectado do limpo, criando uma mistura consistente entre estes dois sinais em dois amps distintos.




De igual modo, caso os amps possuam processamento de efeitos interno, é utilizá-los num, mantendo o outro limpo de efeitos. Os puristas, neste caso, utilizam o SPX90 da Yamaha antes do pré-amp na cadeia de sinal, dividindo-o, ao mesmo tempo que mantém as suas características.





Bem, se possuis uma data de pedais, terás com certeza um que te dividirá o sinal para dois amps, a base necessária para começares a tua combinação stereo. O ideal é o Stereo Delay, apesar de existirem pedais de Chorus, Phasers e Octavers que cumprem a mesma função. A diferença é que a expressão do Delay não é tão “colorida” como a dos Phasers e Octavers. Daí a importância da sequência dos pedais! O Delay deve estar sempre no fim da sequência, pela razão de conseguires obter a expressão desejada antes deste efeito para depois apreciar as repetições provocadas pelo pedal. Em termos de sequência, cada pedal é único na sua função e existem algumas regras que ajudam e podem melhorar o teu som! O teu Overdrive soará melhor se colocado antes do Chorus, e o teu Compressor soará melhor antes do Overdrive. Nada como experimentar! São os teus ouvidos que mandam!



Um conselho: esquece as pilhas de 9 Volts e adquire um adaptador AC, pela razão da consistência das voltagens requeridas pelos teus efeitos, que ajudará a que os pedais soem sempre da mesma forma. O teu som agradecerá e a tua carteira também, já que um adaptador é relativamente barato e uma opção a ter que estar sempre a comprar pilhas.

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19:40

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o mago português

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da guitarra, Joel Xavier, vai estar este fim de semana na Casa das Artes em Vila Nova de Famalicão na apresentação do seu novo projecto, Saravá!, acompanhado pelo contrabaixista Gustavo Roriz e pelo percussionista Milton Batera. Este trabalho que só verá a luz do dia lá para o final do ano, é totalmente inspirado nos ritmos brasileiros dos géneros bossa nova e samba. A não perder, já que o preço do bilhete é de apenas 10 euritos.

Soube-o através da minha amiga Cristin@, sempre atenta a novidades.

Joel Xavier é um músico com um percurso interessante e extremamente respeitado no circuito internacional... Bem, por cá, não lhe dão a devido e merecido destaque, mas isso já não é novidade. O contrário é que seria de admirar!

Deixo este vídeo do tema que tem o nome do projecto deste virtuoso português da guitarra...


SARAVÁ!

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30.5.07
12:54

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equalize it

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De entre todos os processadores de sinal que possuis na tua “rack”, talvez o mais importante seja o Equalizador. Mesmo que o teu amplificador possua botões controladores de tonalidade, eles são normalmente insuficientes para cobrir todas as frequências.


· EQ Gráfico

Assim chamado porque a configuração criada quando movimentas os deslizadores para o som desejado assemelha-se à frequência de resposta do equalizador. E lembra-te, a configuração não é a reacção ao teu som final, mas apenas a do equalizador.

Alguns parâmetros devem ser entendidos. Primeiro, escolher um 1/3-octave EQ (normalmente 31-band) dá-te um maior controlo sobre as frequências de resposta do que um 2/3-octave (15-band). Outro termo a ter em conta é o “Constant Q”. Equalizadores com “Constant-Q” aumentam e cortam apenas frequências específicas. Estes são mais caros que os non-Constant Q e, no meu caso, nunca precisei de um controle tão preciso para o som da minha guitarra.


· EQ Paramétrico

Não possui deslizadores, mas sim botões de controlo com os quais aumentas e cortas frequências e, por vezes, um controlo Q com o qual ajustas a selecção da frequência pretendida. A beleza do EQ Paramétrico é que, com facilidade, cortas determinada frequência que afecta o teu som, ou elevas aquela que julgavas perdida.


Aqui ficam algumas ideias que te podem ajudar a tirar um melhor partido do teu equalizador:

- Se tens um sistema “mono”, vais querer o EQ no fim da corrente dos pedais, mesmo antes do Amplificador. Se usas um sistema “stereo”, a partir de um pedal Stereo Chorus ou Delay, coloca a EQ antes do Chorus ou Delay. Convém lembrar que o EQ, tal como a distorção e a compressão, é um gerador de aumento de sinal (gain) e tens que ter em consideração o ruído que pode criar. Começa com os deslizadores todos em baixo e então corta e aumenta cada frequência, ao mesmo tempo que tocas e ouves os resultados. Normalmente, um ganho a 80 Hz e 8 KHz resulta em energia com alguma contenção, e um corte nos 2 KHz retira alguma aspereza que eventualmente possa acontecer. Os EQs são também óptimos para efectuar solos de guitarra porque, activados, atribuem aquela frequência- volume específico ao teu som. Com ele podes também obter efeitos especiais, como a emulação de um velho rádio: corta todas as frequências, excepto a banda a 1 KHz.


Um conselho: usa os EQ’s com cuidado. Como muitos processadores, eles podem fazer ou destruir o teu som. Parâmetros de volume afectam frequências de resposta e a única solução é ouvir atentamente as alterações ocorridas. Aumenta e corta apenas aquelas que julgues necessárias, para que obtenhas uma boa configuração.

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29.5.07
10:53

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tone versus sustain (2)

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Um pickup “ouve” magneticamente Não os ruídos que a madeira faz mas sim a forma como a madeira afecta as cordas. As cordas são de tal maneira sensíveis que vibram diferentemente de acordo com o tipo de madeira. Quando tocas, são as cordas que te dizem a diferença entre um corpo de guitarra em mogno e um em ácer, porque as vibrações reenviadas às cordas são completamente diferentes.


Assim sendo, se pretendes que o teu som provenha dos pickups, amps e electrónica, convém adquirir uma guitarra de corpo rígido de madeira sólida. Assim terás um som consistente e não terás de lutar com ela para obteres sustain. Mas se pretendes que a madeira vibre e transmita as suas características harmónicas nas cordas (como as Stratocaster e Les Paul), maior será a dificuldade em conseguir o efeito desejado. É aqui que a escolha dos pickups é primordial, pois a contribuição da madeira para determinados efeitos corresponderá de acordo com a selecção do pickup. Saber a forma como os pickups trabalham com determinado tipo de madeiras é um dos aspectos mais divertidos na criação de guitarras.


Em conclusão, o que te poderá ajudar a obteres o tão desejado Tone e Sustain? Uma boa regra será olhar para tudo o que pode influenciar a transmissão das vibrações. Uma cavidade estreita onde o braço encaixa é boa porque garante uma menor perda de vibrações para o ar. Uma ponte estreita e pequena vibra demasiado, sendo preferível uma mais pesada com pontos sólidos de contacto. Acabamentos espelhados, parafusos e excesso de cavidades podem ser factores de perda de tonalidade. Lembra-te de que, caso não compreendas a razão porque misteriosamente algo transmite Tone e Sustain a uma guitarra, deves continuar a tentar.
Pensa por ti mesmo.

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27.5.07
19:29

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tone versus sustain (1)

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Na indústria da guitarra, termos como “sustain” e “tone” são utilizados pelos vendedores como argumentos para se adquirir determinado instrumento. Sendo consumidor, como distinguir o que é verdade do que é utilizado na manipulação da compra de um instrumento em particular? Bom, se algo pode passar pela cabeça de alguém é o seguinte: pensar pela sua cabeça, mesmo! Há duas coisas que os guitarristas mais procuram no seu instrumento, para além da sensação de a ter dependurada: tone e sustain.


Esta é daquelas conversas de café que, juntamente com umas bejecas, proporcionariam uma noite explêndida no Pátio, por exemplo. É que de acordo com muitos, e eu tenho que concordar, Tone é o oposto de Sustain. Nunca poderás ter os dois ao mesmo tempo. Chocado? Nem por isso…


· Tone Energy


Tem a ver com a energia que é produzida pela corda, depois de accionada através do plectro ou dedos. E o que acontece a essa energia depois é o que te dá o Tone que tanto procuras. Se a madeira do corpo e do braço da guitarra é dura e sentes que ela não vibra quando bates nas cordas, significa que a maior parte da energia (Tone Energy) retorna de novo para as cordas. Isso cria o Sustain.

Se a madeira do corpo e do braço vibram de acordo com a força que empregas nas cordas, isso significa que a energia foi absorvida pela madeira, criando o fenómeno driving.

As cordas são elementos muito sensíveis e vibram diferentemente de acordo com a força que empregas, os toques ou a pressão utilizada. As variações são infinitas e é por essa razão que se possuis uma guitarra exactamente igual à teu herói local e a ligares à aparelhagem que ele possui, o teu som será sempre diferente do dele. Porquê? Porque os teus dedos estão a fazer coisas completamente diferentes às cordas. É assim que consegues o teu som…







Encontrei este video de Adam Fulara (quem?)... bem, o que este tipo consegue fazer com a guitarra é verdadeiramente impressionante e, de um certo modo, é um bom exemplo para o que aqui disse!

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16:06

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staying in tune

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Nós, Guitarristas, temos a plena consciência de que as guitarras (particularmente as guitarras elèctricas) são uma ferramenta obrigatória da música que por aí se faz. A sua importância, após um breve trecho da sua história em que foi sobrevalorizada, inclusivamente em tentativas falhadas de reproduzir eficazmente através de MIDI's a sua expressão estética, sendo que o melhor conseguido seria através de samplers (Chemical Brothers e Young Gods são referências neste aspecto), ganhou novos contornos e até as novíssimas bandas techno renderam-se à evidência e utilizam agora guitarristas nas suas actuações ao vivo ou contratam para valorizar as suas músicas.
Avancemos então. Enquanto que tocar uns acordes simples pode ser relativamente fácil, fazê-los soar bem já é outra conversa. Quem já tocou por cima de uma cena sequenciada sabe que os resultados podem ser extremamente pobres e desanimadores. Tais resultam de acordes distorcidos (power chords) e determinadas frequências que entram em conflito.
Mais tarde, abordarei aqui técnicas de gravação sempre úteis quando se tratam de gravações em estúdios caseiros, devido às dificuldades inerentes a esse mesmo aspecto, como micar amplificadores. Para já dedicarei um bom tempo à batalha entre o "Tone and Sustain"

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24.5.07
22:59

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ensaio um

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Este blog tem estado abandonado, por motivos diversos e que eu lamento, mas vou agora tentar pegar nele, ficando a sua continuidade dependente do interesse pelo tema. A ideia passa por ser um blog de um músico viciado em tecnologia destinado a músicos com interesses comuns, essencialmente. No entanto, todos são bem vindos a este espaço que, espero, seja prolífico em trocas e baldrocas de opiniões.




Para já, fiquem com este vídeo fabuloso deste não menos fantástico guitarrista, Andy Mckee...

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14.2.06
10:17

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ensaio zero

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1 2 3 de oliveira quatro, eis a questão...João atirou com um pau ao gato, não lhe acertou por pouco...
Tristeza... gostaria de o ver dependurado na árvore mais alta do terreno que o pai possuía na encosta virada para o rio Douro.... nada mais poético que um gato preto, zarolho, dependurado por uma corda grossa e virado para o rio...
índios, índios...
ensaios, ensaios...